Flash mob – e você pensava que só acontecia nos filmes…

O mais novo filme estrelando Justin Timberlake e Mila Kunis, Amizade Colorida, apesar de ser uma comédia romântica totalmente clichê – ainda mais por ter sido lançado logo após o filme da dupla Ashton Kutcher e Natalie Portman, Sexo sem compromisso, que apresenta exatamente a mesma trama – ganhou muitos pontos comigo por ter feito uso de um recurso grandioso e ao mesmo tempo mais que possível para a cena de “declaração de amor”: o Flash Mob.

Não, o nosso querido Justin não foi o único a usar o Flash Mob pra se declarar e sim, existem muitas pessoas que organizam flash mobs para pedir sua amada em casamento!

A mais nova febre mundial, o Flash Mob nada mais é que um aglomerado de pessoas em um local público para realizar uma ação inusitada e que se dispersam tão inesperadamente quanto se reuniram. Os flash mobs são previamente combinados – claro – e são organizadas normalmente através de e-mails ou meios de comunicação social.

Os flash mobs, muito mais que um happening divertido, são usados para passar diversas mensagens. A T-Mobile fez uso deles para promover a marca, organizando os flash mobs mais famosos atualmente. Mas foi o Black Eyed Peas que quebrou todos os recordes, reunindo 21 mil fãs da apresentadora americana Oprah para comemorar a 24a. edição de seu programa. Além desses existem muitos outros flash mobs muito originais e curiosos, e nem todos envolvem dança, assim como muita gente pensa. O flash mob a seguir é um incentivo a reciclagem feito dentro de um aeroporto no Canadá, e é um dos meus flash mobs favoritos:

Para participar de um flash mob basta procurar por comunidades organizadoras na internet. Divirta-se !

Só Acontece Nos Filmes

Hoje, o Acontece Fora da Tela vai ser um pouquinho diferente…

TOP 10 coisas que SÓ acontecem em filmes!

10. Caso você for perseguido numa cidade, pode sempre se misturar com a multidão como se fosse uma parada de Carnaval – em qualquer altura do ano.

09. O sistema de ventilação de um prédio é perfeito para se esconder. Ninguém pensa em te procurar lá e você pode chegar à qualquer parte do prédio sem ser detectado.

08. Um único fósforo é o suficiente para iluminar o quarto inteiro, não importa o tamanho.

07. Um homem a disparar contra 20 homens tem melhor hipótese de os matar do que aqueles 20 homens a disparar ao mesmo tempo contra ele.

06. Quando apagas a luz da cama para ir dormir, tudo no quarto ainda estará visível, apenas fica ligeiramente azulado e escuro.

05. As moças feias podem facilmente se tornar estrelas de cinema apenas com o remover dos óculos e o arranjar do cabelo.

04. Sempre que precisar, você pode encontrar uma moto-serra.

03. Nas investigações policiais é sempre necessário visitar o clube de strip pelo menos uma vez.

02. Quando vai pagar o taxi, você não olha para a carteira enquanto tira o dinheiro. Apenas agarra uma nota qualquer e dá ao condutor. E é sempre a quantia certa ou então é “keep the change”.

01. Fechaduras podem ser quebradas com um cartão de crédito. A NÃO SER a porta de um quarto com uma criança chorando lá dentro. Nesse caso, abre-se com o ombro.

Agora, deixem suas opiniões e percepções de coisas que SÓ acontecem nos filmes mesmo…

Tirando a limpo: Molho de Tomate vs. Club Soda.

Hoje é minha vez de tirar a prova se o que vemos na tela acontece fora dela. E estou aproveitando essa oportunidade pra sanar uma dúvida que tinha há muuuuuuuito tempo.

Como uma boa fã de FRIENDS, já sei as falas e os detalhes de todos os episódios de cor. E uma coisa boba que sempre ficou na minha cabeça é: Será que a tal da club soda funciona mesmo como removedor de manchas? É o que se diz em alguns episódios. Em especial “Aquele em que Monica e Richard são amigos”.

Bom, eu resolvi literalmente tirar a limpo essa história. Peguei molho de tomate e água tônica – o que seria o correspondente da club soda – e fiz a experiência num pano de prato. Veja como foi:

Conclusão: Use e abuse em caso de emergências! FUNCIONA ! 🙂

Filmes de Fôlego

É normal vermos em filmes personagens colocados em situações extremas. Parece ser nessas horas que um diretor consegue extrair o máximo de um personagem. Afinal, são esses os momentos em que eles se tornam mais verdadeiros. Os personagens se tornam vulneráveis em situações duras, expondo suas virtudes e fraquezas.

O Polanski é um desses diretores que sabe bem como estressar seus personagens, levando-os ao ponto de duvidarem da própria sanidade. É o que a gente vê nos filmes que compõem o que ficou conhecido como a “Trilogia dos Apartamentos” – Repulsa ao Sexo, O Inquilino e O Bebê de  Rosemary. Todos esses filmes trazem uma sensação de confinamento que também  está presente no primeiro filme do diretor, Faca n’água (filme ótimo por sinal), ainda que se esse, diferente dos outros, se passe todo ao ar livre.

No filme, temos um jovem que pega carona num barco à vela com um casal. A faca que ele carrega, não representa apenas um sinal de virilidade, mas algo como uma metáfora da força psicológica no duelo dos dois homens pela atenção de uma mulher. No final do filme, com a faca afundada no rio, o orgulho dos dois está ferido e toda a tensão que estava contida nos dois acaba vindo à tona.

Pois é. Os dois se empurraram, lutaram e caíram, e a gente assistiu tudo isso jogadões no sofá ou deitados na cama. Tá aí uma vantagem do cinema. A gente passa por situações sem estar realmente correndo nenhum risco, não que a gente não goste de imaginar. Se tem uma coisa que não consigo evitar, é toda vez que eu assisto a um filme e vejo alguém se afogando, na mesma hora prendo a respiração pra ver se eu sobreviveria.

Na maior parte das vezes, como aí no do Polanski, eu me ferro. O meu recorde são míseros 50 segundos.

Mas eu vou tentando.

No filme do Clint Eastwood por exemplo, eu tava indo bem até a mulher bater a cabeça.

Titanic é um filme que além de testar sua paciência, serve para testar seu fôlego também. Nos minutos finais dá para parar e voltar de respirar tantas vezes que é bom tomar cuidado pra não ficar tonto.

Mas nenhuma nenhuma dessas cenas é desafio para esse suíço aqui.

Isso eu nunca vi em filme nenhum.

10 anos do 11 de setembro e seus filmes

Sabe aquela cantada que funcionou naquele filme e que você sempre se perguntou se funcionaria? Ou aquela situação em que você pensa “nossa, não sei o que eu faria se fosse comigo”? Hoje no Tela Espelhada é dia de Acontece Fora da Tela. Todos os domingos estaremos postando um assunto que relacione filmes com acontecimentos na vida real, e em algumas edições vamos nós mesmas testar e mostrar para vocês se rola ou não fora da tela!

As Torres Gêmeas (2006)

Seguindo essas regras, porém abrindo algumas exceções, vamos focar o Acontece Fora da Tela na data de hoje: 11 de setembro. Muitos filmes e seriados se utilizaram do atentado terrorista de 2001 às Torres Gêmeas, ao Pentágono e ao-quase-porém-não-funcionou atentado à Washington, onde o avião que seguia para a capital caiu no meio da Pensilvânia, graças aos passageiros que lutaram contra os terroristas.

E a indústria cinematográfica lucrou com tudo isso.

Desde o dramático “As Torres Gêmeas”, de 2006, até o ganhador do Oscar de 2010, “Guerra ao Terror”, o assunto foi explorado e re-explorado, passando do acontecimento em si até suas conseqüências.

Guerra ao Terror (2009)

Colocamos aqui uma pequena lista dos filmes que mais se destacaram neste “gênero”: (clique nos filmes para ler mais no IMDb)

1 – As Torres Gêmeas – dir.  Oliver Stone (2006)

2 – Vôo United 93 – dir. Paul Greengrass (2006)

3 – A Última Noite – dir. Spike Lee

4 – Fahrenheit 11 de Setembro – dir. Michael Moore

5 – Guerra ao Terror – dir. Kathryn Bigelow

Por quanto tempo mais vocês acham que os Estados Unidos vão conseguir espremer este assunto até a última gota?